Saltar para o conteúdo
Sambo

Sobre viver juntos

Conta conjunta ou contas separadas?

Não há um modelo certo, só aquele que funciona para vocês. O importante é escolhê-lo uma vez, de forma consciente, em vez de o negociar todos os meses.

· 3 min de leitura

Que modelos existem?

  • Tudo em conjunto: uma conta para tudo. Simples, mas exige muita confiança e hábitos parecidos.
  • Tudo separado: cada um paga contas e acertam regularmente. Muita liberdade, mas mais contas a fazer.
  • As duas coisas: uma conta conjunta para a renda, a eletricidade e o supermercado, para a qual os dois transferem, e contas próprias para o resto.

Dividir a meias é sempre justo?

Metade-metade é simples, mas pode parecer injusto quando um ganha muito mais. A alternativa é dividir os custos partilhados na proporção dos rendimentos líquidos.

Façam as contas

Indiquem os vossos rendimentos líquidos e as despesas que partilham por mês.

Em partes iguais
Tu: paga 400 € · sobra 1000 €
A outra pessoa: paga 400 € · sobra 700 €
Pelo rendimento
Tu: paga 448 € · sobra 952 €
A outra pessoa: paga 352 € · sobra 748 €
Sobra o mesmo
Tu: paga 550 € · sobra 850 €
A outra pessoa: paga 250 € · sobra 850 €

A calculadora não guarda nada. Tudo é calculado no teu navegador.

Mantenham o registo

Na união de facto não há comunhão de bens: cada um fica com o que comprou. Nas compras maiores feitas em conjunto, registem quem pagou quanto – num acordo escrito ou, pelo menos, numa lista partilhada.

Perguntas frequentes

Precisamos de uma conta conjunta?
Não. É prática para os custos fixos, mas muitos casais vivem bem com contas separadas e acertos regulares.

Fontes

  1. Lei n.º 7/2001, de 11 de maio – Medidas de proteção das uniões de facto (versão consolidada) – Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa

Leia também